TRATAMENTO DE SEMENTES DE CEBOLA COM EXTRATO DE PRÓPOLIS E Plectranthus amboinicus NO CONTROLE DE Aspergillus sp.

B. L. Carvalho, E. P. Souza, L. V. S. Anjos, P. G. Nakada-Freitas, A. I. I. Cardoso, T. S. Amador, T. P. Santos, T. H. Magalhães

Resumo


Com a grande preocupação pela saúde e a preservação do meio ambiente, a busca por fontes alternativas de controle de doenças vem crescendo na agricultura. Isso porque os agrotóxicos estão sendo usados de forma indiscriminada, colocando em risco a saúde humana e o meio ambiente. As recentes pesquisas mostram a variedade de extratos vegetais que possuem substâncias bioativas eficientes no controle de patógenos. Por este motivo, o presente trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de extrato de própolis e Plecthanthus amboinicus no tratamento de sementes de cebola inoculadas com Aspergillus sp. As sementes de cebola foram inoculadas com o fungo Aspergillus flavus. Posteriormente foram aplicados os tratamentos com agitação de cinco minutos em soluções de própolis e P. amboinicus nas concentrações: 0; 5; 15; 25%. O experimento foi montado em esquema fatorial 2 x 4 em delineamento inteiramente casualizado com cinco repetições. Para as soluções de P. amboinicus houve o preparo de meios de cultura com BDA (batata-dextrose-ágar) e inseridos discos de 5 mm do fungo, para que houvesse a verificação do efeito in vitro no desenvolvimento do patógeno. As características avaliadas foram: diâmetro do halo de crescimento do fungo (teste in vitro); teste de sanidade; primeira contagem de germinação; germinação ; massa seca de plântula; comprimento de raiz e parte aérea de plântula e teste de emergência. Os extratos de hortelã-pimenta e de própolis não foram eficientes no controle do fungo Aspergillus sp., mediante as concentrações de estudo. O extrato de hortelã-pimenta utilizado no tratamento de sementes de cebola pode ter provocado fitotoxidez, desencadeado menores valores para a maioria das características de qualidade fisiológica destas sementes, comparativamente ao extrato de própolis.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18011/bioeng2019v13n1p12-18

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BIOENG, UNESP, Tupã, SP, Brasil. e-ISSN: 2359-6724

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